Suplementação – Barras de Proteína
18 de abril de 2018
Armando Ribeiro Junior (4 artigos)
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Suplementação – Barras de Proteína

Praticantes de atividade física devem saber que necessitam de repor proteínas por meio da alimentação e da suplementação.

Whey, caseína, albumina são fontes de proteína já abordadas nesta coluna. Mas e quando não há tempo disponível para uma refeição elaborada ou para se preparar um batido? Na rua, por exemplo? Na espera no consultório? E no meio da trilha? Nestas lacunas é que se encaixam as barras de proteína. Primeiramente é necessário separar barras de proteína de barras de cereal. Barras de cereal podem ser armadilhas supostamente saudáveis, por terem baixa concentração de proteína (ou mesmo nenhuma) e alta concentração de carboidratos, inclusive açúcares, além de gordura vegetal. Por outro lado, barras de proteína são, com o nome diz, ricas em proteínas e aminoácidos. Por analogia, seria até correto e honesto chamar as barras de cereal de barras de carboidrato. Há grande variedade no mercado de barras proteicas, com concentrações e apresentações diversas. Geralmente as barras trazem no mínimo 14g de proteína. Para efeito de comparação, uma coxinha fornece apenas 4g de proteína e algo em torno de 7g de gordura e 20g de carboidratos. Uma barra proteica, por seu turno, traz de 5 a 14 g de carboidratos. E é importante ressaltar, a fi m de evitar confusões: não há barra de proteína totalmente isenta de carboidratos, nem mesmo as importadas. Segundo os fabricantes seria impossível elaborar uma barra totalmente de proteína para fi ns de conservação: a barra fatalmente se degradaria, perdendo não as propriedades, porém a forma. De tal modo, há a estratégia, como a da barra Quest, de se usar fi bras como a maior parte dos carboidratos da composição de uma barra. Fibras são carboidratos, porém isentos de valor calórico.

VO2 WHEYBAR
Leveza é a principal característica desta barra; a segunda característica seria o sabor. A VO2 simplesmente desmancha na boca. Traz 9g de proteína, sendo, portanto, uma concentração mais modesta. Com baixa resistência ao calor, não é apropriada para se levar aos pedais ou às corridas, sob risco de se converter em um “gel” de proteína.

PERFORMANCE BAR INTEGRAL MEDICA
Com cobertura de chocolate, a Performance Bar possui altíssimo valor proteico, algo em torno de 21g; para efeito de comparação, uma dose de whey traz por volta de 24g de proteína. É uma barra robusta, com 60g de peso total. Destaca-se por ser uma barra macia, palatável, com notas claras de sabor. Resistente a temperaturas, pode ser levada para qualquer lugar. Enriquecida com treze vitaminas e dez minerais. O sabor de Pão de Mel é bastante popular entre o público consumidor.

WHEYBAR PROBIÓTICA
A primeira barra de proteína do mercado brasileiro. Até 2009 era também conhecida pelo nome de Thermobar e/ou Chocotherm.
Para evitar induzir consumidores ao erro de pensarem que se tratava de uma barra termogênica (coisa que não existe), o nome foi alterado para WheyBar simplesmente.
Possui 16g de proteína. Trata-se de uma barra resistente ao calor, ideal para ser levada em pedais e aventuras fora do ambiente urbano.

 

Não substitua refeições por suplementos sem orientação de um profissional

PROTEÍNA BODY ACTION

Trata-se de uma barra mais compacta; 30g de peso total. São 14 gramas de proteína. Disponível em três sabores, tornou-se querida pelo público especialmente a versão Torta de Limão com Chocolate Branco. Este sabor foi formulado para se assemelhar ao do chocolate Laka. Possui preço bastante econômico e convidativo.

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Armando Ribeiro Junior

Armando Ribeiro Junior

Armando Ribeiro Junior (Akira) é mestre em Teoria Literária e mestre em História em Ficção. Acredita no equilíbrio entre a mente e o corpo. Proprietário da empresa Ponto do Suplemento.